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A celebração das exéquias é o ultimo adeus à pessoa que partiu.
É também a participação da comunidade dos vivos no nascimento para a Vida eterna, que a Igreja celebra através da liturgia do baptismo (com a presença do Círio Pascal e pela asperção de água benta).
Se o Sacrifício eucarístico fôr celebrado, a passagem para Deus do defunto é assim associada à Páscoa de Jesus, ao mistério da sua morte e da sua Ressurreição, e a Eucaristia é o coração da realidade pascal da morte cristã.
Se não houver Celebração Eucarística, a cerimónia pode ser presidida por diáconos e/ou laicos – o que é agora mais frequente – porque todo o baptizado (com formação e autorização) pode presidir a celebração dos funerais.
Todos os que pertencem ao povo de Deus devem sentir-se concernidos pela celebração dos funerais. Não estão todos por o mesmo motivo, e cada um deve aí tomar o seu lugar em função da sua situação e do seu ministério.
Uma parte da responsabilidade cabe aos familiares e aos que são próximos do defunto, que lhe estão mais imediatamente ligados. Procurar-se-á decidir com eles, sempre que viável, os elementos a escolher para a celebração. (cf. Ritual )